fbpx

Circuito entre Londres, Milão, Gênova e Nice gastando R$ 750,72 em meios de transporte

Dezembro de 2020

Nesse post eu vou te mostrar como a escolha dos meios de transporte foram fundamentais para a montagem mais barata desse circuito.

Mas antes, eu preciso te contar que o meu grande objetivo é sempre encontrar maneiras de multiplicar as viagens partindo de um mesmo orçamento, ou seja, fazer o meu dinheiro render mais viagens.

Assim, eu consigo viajar muito mais gastando menos.

Para que isso seja possível, eu aplico um método de pesquisa e planejamento que sempre me ajuda a conquistar esses resultados.

Esse método se chama “Multiplique suas Viagens” e eu o aplico em cada etapa da minha viagem para reduzir os custos sem perder o conforto.

Isso é importante porque se eu o aplicasse apenas com o objetivo de reduzir os custos com passagens aéreas, eu até poderia economizar, mas nunca alcançaria a máxima economia que eu, realmente, poderia ter.

E, durante essa semana, eu fiz uma aplicação prática ao montar uma viagem para Londres, Milão, Gênova e Nice, lá para o grupo VIP do Telegram. Esse circuito ficou custando apenas R$ 750,72.

Aliás, se você quiser saber mais sobre Milão, Nice e Gênova, é só clicar no nome dessas cidades que você será direcionado a posts maravilhosos de blogs parceiros.

Então, a seguir, eu vou detalhar alguns princípios que me guiaram na escolha e disposição dos meios de transporte para que essa viagem ficasse tão barata.

Então, vamos lá?

Começando pelas passagens aéreas...

A primeira coisa que muitos viajantes fazem é comprar as passagens aéreas para só então começar a pesquisar as demais etapas da viagem.

Muitos defendem que não faz sentido ou que é perda de tempo pesquisar sobre hospedagem, câmbio, atrações etc. sem ter os bilhetes aéreos em mãos porque são eles que certificam que de fato existe uma viagem para acontecer e, portanto, para planejar.

Mas, isso pode trazer alguns riscos, como por exemplo: gastar muito mais do que se pretendia inicialmente.

Como esse post está abordando exclusivamente a escolha de meios de transporte, eu vou te dar um exemplo dentro desse tema.

Veja as imagens abaixo.

meios de transporte
meios de transporte

Note como o custo total é afetado pela simples escolha dos meios de transporte.

Observe que se trata das mesmas datas, dos mesmos destinos, o que mudou foi apenas a seleção das formas de deslocamento.

Na primeira imagem optamos por mesclar low-costs e trens de forma bem estratégica, ou seja, considerando em qual situação cada um apresentava melhor custo-benefício.

Na segunda imagem, decidimos montar todo o circuito apenas por meios aéreos.

O impacto financeiro foi de R$ 1.092,28 de prejuízo ou economia, a depender da decisão.

Assim sendo, não siga regras absolutas que dizem que um ou outro meio de transporte sempre será mais vantajoso.

A melhor escolha sempre vai depender do perfil de cada viagem.

Encontrando a melhor combinação entre as cidades...

Outro ponto muito importante ao montar um circuito é entender que as cidades escolhidas e a ordem entre elas podem afetar os custos da sua viagem.

Isso acontece porque, do ponto de vista do dinheiro, existe uma combinação que funciona melhor entre algumas cidades, seja por uma questão de haver maior oferta de voos naqueles trechos ou ainda por outras razões, é importante mapear isso ao escolher quais cidades farão parte ou não do seu roteiro.

Observe novamente as imagens abaixo.

meios de transporte
meios de transporte

Ao trocar Nice por Lyon, a viagem passou a custar R$ 177,00 mais barato. Continua sendo uma cidade francesa, mas teve um impacto no custo total.

Optando por Paris, ao invés de Lyon, o custo cai mais ainda (R$ 313,00).

Nesse exemplo, parece uma diferença pequena, mas dependendo do circuito essa diferença pode ser bem expressiva e, de qualquer modo, encontrar os melhores “encaixes” entre as cidades pode te ajudar a fazer escolhas mais inteligentes e, assim, fazer o dinheiro render mais.

Veja um exemplo de maior impacto.

meios de transporte

Trocar as cidades francesas por Madri, faz custar muito menos: R$ 710,00 de diferença.

Mas, então, isso quer dizer que você teria que riscar a França da sua lista sempre que quisesse viajar mais barato? Não! Apenas, teria que inclui-la em um roteiro em que ela se encaixasse melhor para economizar.

No entanto, observe que mesmo assim, nenhuma dessas viagens ficou mais barata ao utilizar somente passagens aéreas no circuito.

Então, vale a pena pesquisar outros meios de transporte também.

Definindo a estratégia para a ida e volta entre Brasil e Londres...

Você pode estar se perguntando: como é que o custo total desse circuito é de apenas R$ 750,72? E o trecho de ida e volta Brasil – Londres?

Para resolver esses trechos você poderia pesquisar em dinheiro ou em milhas.

Na minha pesquisa, para estas datas, ficou mais vantajoso emitir a passagem de ida e volta usando apenas milhas.

E, considerando que eu poderia tê-las obtido apenas com as minhas compras do dia a dia usando um cartão de crédito sem anuidade, essas milhas não teriam custo algum.

Logo, eu teria a viagem completa gastando apenas R$ 750,72 com meios de transporte.

Se não fosse esse o caso, eu poderia conseguir essas milhas usando outras estratégias que teriam custo, mas quando bem aplicadas, poderiam ter um custo bem reduzido e, portanto, a viagem continuaria sendo muito mais barata do que uma viagem montada a partir de um planejamento mais comum. Leia mais sobre isso no post “Como viajar de avião de graça”.

Observação: Você já deve ter ouvido falar que sempre sai mais barato ir e voltar por cidades diferentes.

Mas, de acordo com a minha experiência, eu concluí que não podemos afirmar isso categoricamente, pois uma viagem envolve muitos fatores.

Vou dar apenas um exemplo: já vi pessoas locarem um carro para seguir essa regra e se surpreenderem com o alto custo de devolver o carro alugado em uma cidade diferente da origem.

Nesse caso, aquela economia feita com as passagens aéreas acabou se tornando em prejuízo…

Então, depende muito do seu objetivo e do perfil da viagem, pois cada decisão terá seus pontos positivos e negativos.

Conclusão

Como não seria possível publicar todos os detalhes da viagem, eu fiz um recorte para demonstrar como usar um planejamento mais estratégico ao escolher os meios de transporte, o que demonstrou trazer uma grande economia.

Ao planejar uma viagem aplicando diferentes estratégias, é possível viajar muito mais barato e, consequentemente, com muito mais frequência.

Depois que eu descobri isso, nunca mais paguei caro para viajar nem precisei abrir mão do conforto só para cortar gastos.

Não é maravilhoso? O melhor de tudo é saber que isso funciona para todas as viagens!

Conte pra mim nos comentários o que você achou desse post e se gostaria que eu redigisse outros como esse para diferentes destinos, ou ainda, analisando também as demais etapas que compõe as viagens (hospedagens, câmbio, atrações…).

Gostou deste post? Compartilhe.

Facebook
Pinterest
WhatsApp
Imprimir
Telegram
E-mail

* Temos orgulho de só publicar artigos baseados em viagens que a autora realmente fez, então, se ler algo por aqui, pode confiar.

** Este artigo não recebeu nenhuma espécie de patrocínio e reflete as opiniões pessoais da autora.

Posts relacionados